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Com humor refinado e uma ironia quase irresistível, Silvio Ribeiro de Castro transforma um velório em palco para uma última e inesperada travessura. Em poucas linhas, o autor constrói o retrato de um homem que alcança, apenas na morte, a compostura que nunca teve em vida. A solenidade da cerimônia, cuidadosamente descrita, é quebrada por um acontecimento tão prosaico quanto desconcertante, revelando que certos traços da personalidade sobrevivem até mesmo ao ato final. Uma crônica breve, espirituosa e profundamente humana sobre as contradições da existência e a impossibilidade de domesticar completamente quem somos.
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SILVIO RIBEIRO DE CASTRO é declamador,poeta e compositor.Gosta de ser conhecido como um “ contador de histórias”.Publica regularmente para o blogue, Utopias Pós Capitalistas- Ensaios e Textos Libertários onde tem uma coluna.