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Nóia Zero volta a transmitir da Zona Morta. Desta vez, seu relato procura compreender como uma civilização capaz de produzir quase tudo acabou comprometendo as próprias condições de existência. A produção incessante de mercadorias, o crescimento permanente do consumo de energia, as megacidades, os automóveis, os Data Centers e a expansão das inteligências artificiais levaram o velho mundo aos seus limites. Tentativas de mudança vieram: cidades menores, limites materiais, controle energético, redução da produção e das IAs. Mas chegaram tarde. O colapso ambiental, as guerras e a disputa pelos recursos já haviam feito seu trabalho. Em 2056, entre as ruínas, Nóia Zero nos envia uma pergunta que atravessa o tempo: se já temos o suficiente, por que continuar produzindo?
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Relatos da Zona Morta 4-As máquinas tinham fome de energia: uma nova mensagem do Nóia Zero

